Segunda- 1 Sm 30.7-20 – LBJ – Lutando para retomar os bens.

Neste domingo estaremos estudando na E.B.D classe dos jovens,  sobre
Recuperando o tempo perdido. Os versículos aqui comentado são retirado do livro comentário bíblico Beacon vol. 2.
       Por intermédio de Abiatar, o sacerdote (7), com o éfode sagrado, consultou Davi ao Senhor (8) se deveria ou não perseguir os criminosos. Com a certeza de que ele alcançaria o grupo que atacara a cidade e recuperaria tudo o que fora tomado, Davi e seus homens chegaram ao ribeiro de Besor (9), ao sul de Ziclague. Este provavelmente deve ser identificado com o atual Uádi Ghazzeh, que nasce perto de Berseba, a sudeste de Ziclague, e deságua no Mediterrâneo a sudoeste de Gaza. Duzentos homens da companhia estavam tão exaustos que não podiam ir mais além; então a companhia foi dividida - em parte por prudência e necessidade - e 400 continuaram a perseguição (10).
       Os versículos 1-10 dão algumas sugestões valiosas “sobre como lidar com o desânimo”, pois Davi se esforçou no Senhor, seu Deus, 6, uma chave para a profundidade de seu abatimento. (1) As causas do desânimo são: (a) aflição e perda, 1-3; (6) a dor e a tristeza que vêm dos golpes inesperados da vida, 4; e (c) a imcompreensão de companheiros íntimos quando se dá o melhor de si, 6. (2) Acura para o desânimo é encontrada em: (a) buscar a Deus em oração, 7,8; (b) ação resoluta, 9,10; e (c) acima de tudo, forte apoio do Senhor Deus.
       Davi e seus homens logo acharam um homem egípcio, quase inconsciente no campo (11), doente e sem alimento ou água por três dias. Os israelitas o reanimaram, e souberam que ele era um servo (13) - literalmente, escravo - de um senhor amalequita. Ele contou: Nós demos com ímpeto para a banda do sul dos queretitas, e para a banda de Judá, e para a banda do sul de Calebe e pusemos fogo a Ziclague (14). Em todos os territórios que faziam fronteira com o sul do Neguebe, a terra deserta entre o sul do mar Morto e o Mediterrâneo. Perguntado se poderia conduzir Davi até o grupo de ataque, o jovem egípcio concordou desde que lhe fosse concedida imunidade e proteção (15).

        Davi e seus homens encontraram os inimigos desguarnecidos, ocupados em uma festa e na embriaguez por causa da grande quantidade de despojos que haviam trazido da terra dos filisteus e da terra de Judá (16). A destruição da companhia dos amalequitas foi completa, exceto dos 400 jovens que formavam uma corporação que montava camelos e que conseguiram fugir para o deserto (17). Todos os cativos e os bens pessoais dos israelitas foram recuperados, além dos despojos da guerra - Este é o despojo de Davi (20) - que conquistara de outras vítimas do ataque amalequita (18-20).

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