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Mostrando postagens de Março, 2017

Lição 1 - A Formação do Caráter Cristão

O Caráter do Cristão:
Moldado pela Palavra de Deus e Provado como Ouro

Lição 1 - A Formação do Caráter Cristão
Propósito do Trimestre
 A sociedade contemporânea sofre a ausência de referências éticas. Nas esferas públicas, parece não haver muitas pessoas de caráter ilibado, o que não significa ser uma verdade. Mas há ações sub-reptícias a reforçarem uma sensação de que a maioria das pessoas da esfera do poder é corrupta. Nessa perspectiva, a presente lição tem o objetivo de apresentar ao povo de Deus o testemunho das Sagradas Escrituras a respeito do caráter de diversas pessoas que o Senhor usou numa época e cultura específicas para manifestar sua vontade ao mundo. E, consequentemente, convidar a Igreja a refletir sobre o caráter e as virtudes do Reino de Deus na sociedade atual. As Escrituras Sagradas testemunham que a causa desse caos espiritual é a deformidade da natureza humana por intermédio do pecado original. No Jardim do Éden, o ser humano caiu. Embora a imagem de Deus tenha perma…

(Subsídio Teológico Lição 13/ 1º Trim 2017) Uma Vida de Frutificação

Frutificar é frutescer, produzir resultados, ser útil, dar lucro. Deus fez a terra com a capacidade de ser produtiva. Nela constam elementos que a fazem produzir. Porque a terra por si mesma frutifica; primeiro, a erva, depois, a espiga, e, por último, o grão cheio na espiga (Mc 4.28).     Na vida espiritual, para que de fato haja frutificação, isto é, o efeito de frutificar, é imprescindível que a terra do coração seja trabalhada pela Palavra de Deus. Dessa forma, os bons frutos irão aparecer, e é por meio dessa fertilidade que se prova a fidelidade do crente (Mt 13.8).     Em duas passagens das cartas paulinas, o autor trata com os crentes sobre a frutificação para Deus, mas veja que ele se inclui também nessa sentença: “Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais doutro, daquele que ressuscitou de entre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus” (Rm 7.4).     A frutificação agora é possível porque a lei da carne, a qual operava…

Jesus, o Juiz que Há de Vir

Texto: João 5.19-47
Introdução No capítulo cinco, temos um sinal (v. M4) c um sermão (v. 19-47) que se explicam c ilustram mutuamente. O milagre registrado na primeira parte do capítulo mostra dois aspectos de Cristo: primeiro, como Doador da Vida. O homem que fora paralítico ouve a voz do Filho de Deus c recebe a vida (v. 25). Segundo, como Juiz. O homem curado fica diante do Juiz, e recebe a absolvição: “Eis que já estás são; não peques mais, para que não tc suceda alguma coisa pior”. Quando os judeus objetavam que Jesus tinha violado o sábado ao curar o paralítico, ele pregou um sermão explicando o significado do milagre c asseverando a sua autoridade para operá-lo. I - As Bases da Autoridade de Cristo (Jo 5.15-20) Quando o homem que fora paralítico soube quem o curara, contou o fato às autoridades dos judeus, que, porsua vez, queriam prender Jesus sob a acusação de ter violado o sábado. Na sua defesa, Jesus levanta os seguintes argumentos: /. Sua unidade com o Pai. “E Jesus lhes responde…

0 Paralítico do Tanque de Betesda

Texto: João 5.1-14
Introdução Como já notamos num estudo anterior, João chama os milagres de Cristo de “sinais” porque são indicadores da divindade do Senhor. Sete deles (antes da crucificação) são selecionados pelo evangelista: a transformação da água em vinho; a cura do filho de um oficial do rei; a cura do paralítico; a multiplicação dos pães para alimentar a multidão; Jesus andando sobre o mar; a cura do cego; e a ressurreição de Lázaro. Este nosso estudo trata do terceiro destes milagres, que nos oferece as seguintes lições acerca de Cristo: Ele é o doador da vida, e, como o paralítico oüviu a voz de Cristo e foi restaurado, assim, no fim dos tempos, os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e viverão (Jo 5.25). I - O Sinal (Jo 5.1-9) I. A cena que entristece o coração. “Ora, em Jerusalém há, próximo à porta das ovelhas, um tanque, chamado emhebreu Betesda, o qual tem cinco alpendres. Nestes jazia uma multidão de enfermos; cegos, mancos e ressicados, esperando o movimento das águas. P…

Jesus e Maria, Sua Mãe

Textos: Lucas 1.26-33; 2.41-51; João 2.1-4; Marcos 3.31-35; João 19.25-27 Introdução O objetivo deste capítulo é estabelecer o caráter e posição de Maria quanto ao seu relacionamento com aquEle que era, ao mesmo tempo, filho e Senhor. I. Predito o Nascimento de Jesus (Lc 1.26-33) 1. A profecia. “E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar” (Gn 3.15). Esta gloriosa promessa brilhou nas trevas em que o pecado lançara nossos primeiros pais. Predisse o conflito entre a raça humana e o poder do mal que lhe causou a queda, e a vitória mediante alguém nascido de mulher. A esperança da salvação era um menino que viria da parte de Deus. Talvez pensasse Eva ser Caim o descendente prometido (Gn 4.1); mas, com grande decepção, descobriu que aquele que imaginara ser o vencedor da serpente demonstrou ter o espírito do próprio maligno. Nascendo-lhe Sete, porém, reno- varam-se-lhe as esperanças; exclamou: “Deus me deu…

Nascimento e Infância de João Batista

(Lc 1.18-20, 57-64) O sacerdote achou boa a mensagem; por um momento, boa demais para ser verdadeira. Pediu mais um sinal. Não lembrava ele de Abraão e Sara, de Isaque e Rebeca? Sua descrença era ofensa grave, merecedora de punição. Condenou-o então o anjo à mudez. Isto lhe seria por sinal e castigo. Mesmo assim, ao julgamento acompanhava a misericórdia. Foi-lhe prometido que voltaria a falar na ocasião do nascimento do menino (SI 30.5).
1. A alegria da mãe. Completou-se a alegria de Isabel; os parentes e as amigas regozijavam-se com ela. Veio o momento da circuncisão e de dar nome à criança. Sugeriram os vizinhos lhe fosse dado o nome do pai. Surpreenderam-se, no entanto, ao saberem que receberia um nome desconhecido na família do sacerdote. Isto era novidade. Até hoje, dão-se aos filhos de judeus os nomes de parentes mais velhos ou falecidos, a fim de manter viva a memória deles em Israel.
2. O louvor do pai. O sacerdote recuperou a fala, e irrompeu em louvores a Deus. Enquanto derrama…